24 de novembro de 2009

10 de novembro de 2009

Imcompreendida...

Porquê sentir esta incompreensão,
Esta dúvida permanente
Que o humano tem em mente...
Por vezes, as percepções
Não passam de falsas impressões!

Porquê meu Pai,
Só tu para não duvidar!
Em ti deposito toda a confiança
E guardo toda a esperança,
Zelando por bons princípios,
Valores e afins.

Por vezes, caem lágrimas
Gotas tão puras e limpas
Que nunca secam…
Os outros procuram aspirá-las
Para dentro dos seus bidões,
Mas não conseguem e desistem…

Desta água cristalina
Não se pode beber até saciar,
Apenas as mágoas expulsar,
Arrependimentos lavar
E o pecado evitar!


O ar é transparente
Tal como a minha nascente.
O álcool é perdição,
A carne tentação
E o mundo destruição!

Obrigado por me entenderes,
Só tu para suster meus saberes
E aprimorar alma branca
Que se entristece na névoa negra
Que perpassa a terra a cada segundo!

Não quero ser mais uma como muitos,
Mas quero ser uma entre muitos…
Por isso, expulso todo o ar sujo
Que invade meu peito,
E inspiro o oxigénio que me dás.

Incompreendida ou não,
Inspiro esta lufada de ar fresco,
E abraço com amor a tua bênção.